
As piores de todas as noites são aquelas em que o cansaço físico não se equilibra ao mental. É quando, sem perceber, deixo a loucura provocada pela embriaguez da razão que, por se sentir ainda ativa, não permite que o descanso mítico das fantasias, que traduzimos como sonhos, pousem em nossas janelas mentais desligando os nossos conscientes. São noites que me torturam por não me deixar racionalmente perceber se o motivo das minhas insônias se realiza porque quero estar com você ou se estou sempre querendo estar com você porque tenho insônias.