Digo eu Reginaldo A Coutinho que entre os bens livres e desembargados de que sou legítimo senhor e possuidor, há um “eu-lírico” de nome Reggys Coutinho filho de minhas ideologias e de meus sentimentos, e tanto ele como seus “filhos”, “consanguíneos” ou “bastardos”, gozarão dentro deste regime democrático a liberdade de expressar-se livremente, cuja liberdade é do dia de meu nascimento até além de minha morte. Pois esta liberdade que o faço é de minha livre vontade e sem constrangimento algum.
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